Terapias Bauman

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terça-feira, 22 de julho de 2014

Como o conceito de bullying pode interferir na autoestima?

O bullying pode interferir drasticamente na autoestima, dependendo da idade em que a pessoa sofrer o bullying, as consequências podem ser graves e interferir na construção da autoestima, em crianças e adolescentes estas consequências podem até ser permanentes se não buscarem um tratamento adequado.

Para a pessoa que sofre o bullying seja criança, adolescente ou adulto, pode gerar traumas profundos e distorções de autoimagem, autoconfiança e autorrespeito. A humilhação, constrangimento, agressão verbal e física seja a respeito da aparência, capacidade, inteligência ou diminuir qualquer atributo que a pessoa tem, muitas vezes a criança ou adolescente cresce, muda, mas continua se sentindo inseguro, não se achando bonito, inteligente ou bom o suficiente. Isso atrapalha nas escolhas, na vida profissional e nas relações pessoais e amorosas.

Na grande maioria das vezes a própria pessoa que faz o bullying não tem uma boa autoestima, trata os outros de tal maneira para se sentir superior, porque em seu intimo se acha inferior, é a síndrome de Napoleão.


Este é um assunto que deve ser levado a sério e tratado com muito cuidado, tanto nas escolas quanto nas famílias. Muitas pessoas sofrem com o bullying, de diversas formas diferentes, muitas vezes perigosas e tanto meninos quanto meninas de diferentes idades são suscetíveis. Sofrer bullying ou ser conivente com a situação e omitir da família e da escola podem gerar graves consequências. 

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Sobre a beleza e sentir-se belo(a)

Como nosso psiquismo entende e aceita o que é belo? 

A famosa frase ‘gosto não se discute’ é exatamente porque a beleza está nos olhos de quem vê. O que é bonito para alguns, pode não ser para outros. O belo, falando especificamente de pessoas, vem de dentro.
Em minha opinião, a beleza é estar em harmonia, é a felicidade de ser quem é transbordando pela pele. A pessoa pode cuidar do corpo, fazer cirurgia plástica, cuidar da pele e fazer de tudo pra ser aceita pelos outros, sendo que deveria procurar aceitar a si mesma, pois procurando a aprovação dos outros fica infeliz e no espelho isso aparece.

Do mesmo jeito que muitos se apaixonam pela personalidade das outras, mesmo quando os amigos questionam o porquê de estar com aquela pessoa ‘feia’ ou ‘sem graça’. É o amor de alma, não é físico.


Não existem dias que nos olhamos no espelho e nos sentimos o máximo? No dia seguinte quando algo não está tão bom, somos exatamente a mesma pessoa, mas quando olhamos no espelho nos sentimos horríveis? Procurar cuidar de si, ser saudável, procurar procedimentos para se sentir mais bonito (a), é bom, mas quando existe um exagero nessa procura, é melhor procurar uma terapia ou técnicas para encontrar a beleza que existe dentro de si e parar de procurar fora.

Quando nos cuidamos de dentro pra fora, o cuidado de fora pra dentro é automático. Uma boa alimentação, pensamentos positivos e limpos, meditação, terapia, florais, exercícios físicos que fazemos com prazer e todos os tipos de cuidados e carinhos que você sente que está fazendo por você e pelo seu bem estar, fazem nossa beleza florescer. Produtos e procedimentos serão avaliados com muito mais cuidado na hora de usar quando estiver se sentindo essencialmente bela! 

Encontre a beleza que existe dentro de você e ela transbordará. Beleza é estar em harmonia, quando estamos harmônicos, somos belos. <3

Acho lindas as propagandas e campanhas da Dove que estimulam as mulheres a serem quem são, sem vergonha de seus corpos e desmistificando os photoshops da vida que idealizam uma beleza irreal. É o poder do SER!

Namastê!


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Como a autoestima influi no comportamento e na saúde?

Autoestima pra lá, autostima pra cá... mas afinal, no que isso interfere no meu dia-a-dia, na minha saúde e no meu comportamento?

Quando a autoestima é elevada, a capacidade para lidar com as adversidades da vida, a flexibilidade, a facilidade de se relacionar, a resiliência, a persistência, também com a probabilidade de ser mais criativo e obter sucesso é maior.

Pode-se observar que pessoas com a autoestima alta tem mais disposição, são motivadas, confiam em suas iniciativas, e tem mais energia para ir em busca de seus objetivos e viverem o presente felizes com seus sentimentos, pensamentos e atitudes.  Também estão mais atentas e abertas às oportunidades, aceitam o risco de enfrentar situações novas e são receptivas aos sinais internos de intuição e de criatividade por terem autoconfiança. São perseverantes diante de situações adversas, independentes e são mais flexíveis para assumir a responsabilidade por suas ações e corrigir "erros", então, por todos estes motivos tem mais facilidade para saírem da zona de (des)conforto.

Outros comportamentos que interferem na vida das pessoas são as interações com outras pessoas, nesse caso, as pessoas que se valorizam podem ser afirmativas sem agressividade, podem liderar de forma mais adequada, são objetivas em suas opiniões e por aceitarem-se como são não se preocupam demasiadamente com o que os outros pensam delas, permitindo que sua essência apareça, são elas mesmas e agem de acordo com o que as fazem felizes.

De acordo com a OMS a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças. O corpo e a mente não são dissociados, portanto quando as emoções, pensamentos, sentimentos, os comportamentos, as relações sociais e a qualidade de vida da pessoa estão em harmonia, a saúde física também entra em equilíbrio.


É visível como a baixa autoestima pode afetar não só a relação da pessoa consigo mesma, mas as relações sociais, a sexualidade, a produtividade, são mais suscetíveis ao estresse, raiva, culpa e até depressão, comprometendo não só a saúde mental mas também a saúde física de modo geral, por exemplo, desencadeando sintomas de pressão alta, problemas gastrointestinais, afeta o sistema imunológico, apresentando dores de garganta e doenças respiratórias. Estas pessoas tem uma tendência maior ao abuso de álcool, drogas, medicamentos e hábitos alimentares não saudáveis.


E no fim das contas, o que te separa da pessoa que você é da pessoa que quer ser, são as suas atitudes, não é mesmo? Então que tal positivar suas ações e caminhar em direção aos seus objetivos?


Namastê!

Autoestima! Mas o que é?

Olá pessoal! Há um tempo atrás dei uma entrevista pra Revista Weekend sobre autoestima, vou postar aqui um pouco mais sobre o assunto em vários posts diferentes. Se quiser ver na revista o esse é o Link.

Todo mundo fala por aí da importância de ter uma autoestima alta, de confiar em si mesmo, etc.
Mas afinal, qual é o conceito de autoestima?

A autoestima é a valorização, apreço, a avaliação e o conceito que a pessoa tem de si própria. Portanto, a autoestima (autoconceito) pode ser alta ou baixa. Na autoestima alta, não é apenas “gostar” de si mesmo, a pessoa acredita que tem valor, sua atitude consigo mesma é positiva, tem amor próprio, acredita em sua capacidade de lidar com as situações.

Para a Psicologia, refere-se ao valor e qualidades que atribuímos a nós mesmos, ao conceito que temos sobre nossas limitações e potencialidades, a consciência e a aceitação destes, mesmo quando os resultados são diferentes do esperado e disposição e percepção de ser competente para lidar com as adversidades da vida e ser merecedor de felicidade.

Uma autoestima elevada envolve um conjunto de características: autoconfiança, autoimagem, autovalorização, autorrespeito, autoaceitação, acolhimento dos próprios sentimentos e emoções, comparar-se apenas consigo mesmo, a segurança no próprio potencial, a certeza da capacidade de enfrentar os desafios da vida, a consciência do próprio valor e do direito ao sucesso, à felicidade, sentir-se adequado à vida, competente e merecedor.

Além disso, também é um sentimento valorativo do conjunto das nossas características físicas, mentais, emocionais e espirituais que formam a personalidade. Esse sentimento e conceitos podem ser mutáveis.
Há psicólogos que definem a autoestima como sendo a função do organismo que permite a autoproteção e o desenvolvimento pessoal, uma vez que a falta de autoestima afeta a saúde, as relações sociais e a produtividade. Portanto ter estes sentimentos, pensamentos e comportamentos não só relacionados a nós mesmos, mas também na relação com outras pessoas e com o mundo.

O amor próprio está bem relacionado com a autoestima. É a capacidade de se aceitar, amar  e agir inclusive com o que considera defeitos, não só o conceito que tem de si, mas suas atitudes amorosas com relação a você mesmo.


Você tem se olhado com carinho? Tem se cuidado? Lembre-se: amar o próximo COMO a ti mesmo. Se você não se amar, como quer amar outra pessoa ou que outra pessoa te ame? Seja sua melhor amiga!
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